Quarta-feira, Novembro 29, 2006
The Things As They Really Are...
Terça-feira, Novembro 21, 2006
Cada grão de chão onde me afundo abraça-me e acaricia o que resta dos destroços perdidos do meu amor próprio...é melhor deixar o amanhã viver...
Cada grão de chão onde me afundo abraça-me e acaricia o que resta dos destroços perdidos do meu amor próprio...
Procuro a mão que me estendes... firme e decidida... ao mesmo tempo que observo nos teus olhos uma mescla de sonhos sonhados,desejos tangentes de realidades virtuais onde tu e eu nos misturamos com a paixão quente e molhada de uma noite adivinha de tantas outras...
Divide-se em súplicas a estrada que ruma os nossos destinos...
Esqueçe tudo que sabes...porque eu não sei...

Eu não te peço o impossível, somente o tempo que tu tens para dividir, pois eu não divido minhas horas em minutos com ninguém.
Eu somente as separo em palavras intercaladas por silêncios, nos altos e baixos da vida, em correntes de momentos que nunca morrem no mar.
Eu perdi pelo vento o meu medo de amar.
Quinta-feira, Novembro 16, 2006
Olha-te para o espelho...
quero mais que mil e uma noites...

E era ao crepúsculo de um suave amanhecer
E essas noites nunca terminaram,
Quinta-feira, Novembro 09, 2006
hoje eu vou fingir...mas é a ultima vez...porque amanhã não tou aqui...porque o que eu quero é ser feliz...
Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
O meu destino está fora de mim e eu aceito
Sou eu despida de medos e culpas, confesso
Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã
Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
Amanhã, pensar nisso sempre me dá mais jeito
Fazer de mim pretérito mais que perfeito
Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã
Hoje eu vou fugir para não me dar a vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã, amanhã
Flutuo
Terça-feira, Novembro 07, 2006
Garganta
Minha garganta estranha quando não te vejo
me vem um desejo doido de gritar.
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
do teu quarto, da cozinha, da sala de estar.
Venho madrugada perturbar teu sono
como um cão sem dono me ponho a ladrar.
Atravesso o travesseiro,
te reviro pelo avesso,
tua cabeça enlouqueço,
faço ela rodar.
Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura,
as vezes ajo com candura pra te conquistar.
Mas não sou beata, me criei na rua,
e não mudo minha postura só pra te agradar.
Vim parar nessa cidade, por força da circunstância,
sou assim desde criança, me criei meio sem lar.
Aprendi a me virar sozinha
e se eu tô te dando linha é pra depois te...
Aprendi a me virar sozinha...
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar.
Sexta-feira, Novembro 03, 2006
...kiss me...
Kiss me out of the bearded barley.
Nightly, beside the green, green grass.
Swing, swing, swing the spinning step.
You wear those shoes and I will wear that dress.
kiss me beneath the milky twilight.
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
Silver moon's sparkling.
So kiss me.
Kiss me down by the broken tree house.
Swing me high upon its hanging tire.
Bring, bring, bring your flowered hat.
We'll take the trail marked on your father's map.
So kiss me...
...no teu ouvido eu sussuro...

E às vezes tudo parece que se desmancha...
Olha bem que os minutos avançam...
E no teu ouvido eu sussurro...
Estou aqui pra te abraçar...
Seja pela tristeza que acabou...